Quimioterapia: principais mitos e verdades sobre o tratamento

A quimioterapia é um dos principais tratamentos utilizados no combate ao câncer de mama. Nela, a paciente recebe medicamentos para destruir as células que formam um tumor. Sua aplicação pode ser intravenosa ou oral, e deve ser definida pelo médico oncologista conforme o tipo do tumor e características da paciente. 

No entanto, como muitas pessoas conhecem a quimioterapia como um tratamento agressivo, existem alguns mitos que se espalham sobre o assunto. No artigo de hoje, trouxemos 5 mitos e verdades sobre a quimioterapia! Acompanhe, tire suas dúvidas e compartilhe com quem pode se interessar pelo conteúdo.

MITOS E VERDADES SOBRE A QUIMIOTERAPIA

1) A paciente sempre ganha peso durante o tratamento.

Mito. Na verdade, isso varia de acordo com o medicamento prescrito pelo médico. O ganho de peso não é um efeito colateral muito comum, podendo estar relacionado a outros fatores da saúde da paciente. 

Normalmente, essa reação pode estar relacionada a distúrbios hormonais, sedentarismo, má alimentação e outras doenças silenciosas.

Então, caso haja um aumento de peso, a causa deve ser investigada e acompanhada para não gerar complicações ao organismo.

2) A quimioterapia sempre causa queda de cabelo. 

Mito. Tendo em vista que a quimioterapia contempla mais de 50 medicamentos e diversas combinações entre eles, são diversas as alternativas de tratamento para a paciente. Por isso, as reações também são variadas, sendo mais ou menos intensas.

Por isso, em alguns casos, a queda de cabelo pode não acontecer. Tudo depende do medicamento, da dosagem e, é claro, da maneira com o organismo da paciente vai reagir. 

3) A quimioterapia sempre causa alterações hormonais.

Mito. Assim como nos casos anteriores, a reação pode acontecer ou não, dependendo do tipo de medicamento utilizado e do modo como o organismo reage ao mesmo.

As alterações mais conhecidas são as mudanças no ciclo hormonal da mulher, por exemplo. Isso ocorre quando a quimioterapia afeta os ovários e outras células reprodutivas da mulher. Da mesma forma, o tratamento pode levar à perda de hormônios e a menopausa precoce. Por isso, em alguns casos, o tratamento é feito juntamente à hormonioterapia. 

4) Esse tipo de tratamento exige acompanhamento frequente.

Verdade. Ao contrário de outros tipos de medicamentos, esse precisa ser acompanhado pelo médico mesmo após a prescrição. Isso porque a grande parte dos quimioterápicos apresenta efeitos colaterais, então o acompanhamento médico ajuda a reduzir ou controlar as reações indesejadas.

Além disso, há situações em que a quimioterapia tem função complementar, ao lado de outra terapia principal. Nesses casos, o acompanhamento é importante para monitorar e regular a dosagem, se necessário . 

5) Existem terapias alternativas que substituem a quimioterapia.

Mito. Existem medicamentos naturais que podem ajudar a controlar alguns sintomas. No entanto, apenas tratamentos alternativos, como a homeopatia, não são o suficiente para controlar ou destruir o tumor.

Por isso, é muito importante seguir à risca a prescrição médica. Enquanto não houver comprovação científica de que existem recursos naturais para substituir a quimioterapia, recorrer a essas terapias é muito arriscado. Só tratamentos comprovados, como a radioterapia e a quimioterapia, são capazes de inibir a progressão do câncer, aumentando as chances de sucesso no tratamento.

Por fim, fica claro que a quimioterapia, por mais complexa que seja, ainda é um tratamento muito eficiente contra o câncer. É muito importante que a paciente diagnosticada sempre confie em seu médico, evitando procurar informações na internet.

Para encontrar informações online, sempre recorre a sites confiáveis, como o Oncoguia, o INCA e hospitais especializados em câncer. 

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